Cavitação – Um pouco de História

Cavitação – Um pouco de História

Cavitação – Um pouco de História

O fenómeno da cavitação é conhecido pela Humanidade há quase 40 anos. Trata-se de um processo descoberto pela exposição a gás ou líquido com ondas ultra sónicas com características especiais que provocavam a formação de micro bolhas com maior energia potencial. Com o aumento e decorrer do processo de cavitação, as bolhas crescem e explodem. O termo cavitação derivado da palavra latina “vazio”, que é, afinal de contas, o objetivo principal dos tratamentos de lipocavitação (“esvaziar de gorduras”, eliminar as gorduras). Curioso é que, embora os cientistas do início do século passado tenham sido confrontados com este fenômeno, só largas décadas depois é que foram capazes de determinar o valor do fenómeno da cavitação.

O princípio da cavitação observa-se claramente quando fervemos a água ou quando sacudimos uma garrafa com óleo de girassol: o ciclo cavitação inicia no momento em que começam a emergir no líquido algumas bolhas ocas. Durante o chamado “colapso” é formada de energia, capaz de funcionar sobre qualquer tipo de matéria.

Os primeiros a aplicar a cavitação em tratamentos para os depósitos de gordura corporais acumuladas e localizadas em zonas específicas do corpo foram os cientistas italianos, fornecendo uma bibliografia considerável e realizando estudos clínicos rigorosos e confiáveis.

Na realidade, a natureza física do impacto de cavitação nos tecidos corporais é fundamentalmente diferente do tratamento com ultra sons utilizado na medicina e indústria estética.

O fenómeno da cavitação – a formação de microbolhas – ocorre apenas em determinadas frequências (25-70 kHz), pressão (0,6 kPa) e densidade de fluxo. Assim, o principal princípio ativo na cavitação não é a onda de ultra sons nem a energia libertada durante a rutura das micro bolhas. Neste caso, a pressão sobre o tecido circundante nunca é inferior a 100 kg / cm2. Este facto causa a violação da integridade das membranas das células adiposas, isto é, a eliminação das células de gordura.

Ao mesmo tempo, as outras células e tecidos (fibrilas musculares, células epidérmicas, endoteliais vasculares, etc.), não são danificadas pela ação da cavitação porque são relativamente estáveis ​​e têm elasticidade suficiente.

No decorrer dos últimos anos, as técnicas de cavitação têm sido cada vez mais desenvolvidas, tendo surgido inúmeros estudos científicos que comprovaram a eficácia e segurança da cavitação, sobretudo para fins estéticos.

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